Venda e compra de terrenos e imóveis, reformas, recebimento de aluguel,
financiamentos e investimentos imobiliários.
O crédito imobiliário, intocado pelas medidas do compulsório à vista e a prazo e pelas regras de maior capitalização para os bancos nas operações de consumo, deve seguir como carro-chefe das carteiras de pessoas físicas em 2011.
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O volume de crédito da Caixa Econômica Federal em 2011 deve crescer em torno de 30 por cento, segundo o vice-presidente de Finanças da instituição, Márcio Percival.
Desaquecimento habitual no início de ano não prejudicou mercado e volume de unidades vendidas em São Paulo superou em 35,5% o apurado no ano passado.